Iridologia

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Iridologia é…

…uma ciência que permite, graças à observação da íris, detectar perturbações orgânicas, metabólicas, nutricionais, nervosas, hormonais e certas patologias.

Cada neurônio é um verdadeiro laboratório químico. O olho é um anexo, uma extensão desse verdadeiro laboratório que envia para essa parte corada do olho milhões de informações, algumas das quais são visíveis. De fato, como um espelho no qual se inscrevem mensagens, cada célula do estroma da íris contém 25.000 terminais de fibras nervosas que estão ligadas ao cérebro. O nervo óptico mais de 10.000 ramificações nervosas. Sob o estroma da íris, dois grupos de músculos aparecem, um para dilatar a pupila e outro para a contrair. A palavra “íris” deriva da comparação entre as suas cores.Estas cores podem ser normais ou assinalar intoxicações, anomalias genéticas e perturbações. A pigmentação da íris e a cor dos olhos parecem ter uma relação com o índice de uma pré–disposição para certas doenças. Pode-se definir um estudo completo da morfologia da face e cor dos olhos, que indicarão os tipos constitucionais. A íris está intimamente ligada ao organismo pelos seguintes intermediários: sistema nervoso; sistema linfático; sistema orgânico e protéico.

A Iridologia é simples, econômica e não invasiva

A Iridologia é simples, econômica e não invasiva. A íris é a parte corada do olho, rica em filamentos nervosos, formada com os mesmos tecidos que o cérebro, ainda nos primeiros dias de vida do embrião. Certamente por causa da sua complexidade em telecomunicação nervosa e ter uma relação genética, nós ainda não descobrimos tudo nem explicamos tudo sobre o assunto das telecomunicações celulares, mas já sabemos que as células comunicam-se umas com asoutras. Nosso cérebro é um verdadeiro computador, composto por mais de 10 bilhões de neurônios, cada um com mais de 25.000 possibilidades de comunicar-se com as células vizinhas.

HISTORIA DA IRIDOLOGIA

Philipus Meyens foi o primeiro a publicar um trabalho sobre a iridologia. Isso foi em 1670 em Desden, Alemanha, e seu livro fazia um interessante estudo sobre sinais iridológicos e suas relações com determinadas doenças, apresentando um pequeno mapa da íris com áreas representativas de alguns órgãos do corpo humano.

J. S. Eltzholtz

Depois foi a vez de Johann Sigmund Eltzholtz (nurmberg, 1695) se aprofundar mais no estudo de Meyens. Quase um século mas tarde, em Gottingen, Christian Haerls, baseado nos estudos de Meyens e Eltzholtz, lança um polêmico e importante trabalho.

Ignatz von Peczely


Mas é com um clinico húngaro Ignatz von Peczely(1822-1911) que a Iridologia começa a ficar conhecida. Segundo a história, Peczely caçou uma coruja que, ao fraturar uma pata na armadilha, apresentou um fino traço na região inferior da íris correspondente ao lado fraturado. Com a curiosidade aguçada pelo fato, Peczely acompanhou a consolidação da fratura, constatando que o traço da íris desaparecia aos poucos restando apenas uma marca muito tênue.

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